Comecei a participar da "peladinha" da turma da igreja, numa tentativa de fazer alguma atividade física regular, e nessa pelada como em todas que participo, eu gosto de ser o goleiro, e tenho algumas razões para isso. Como futebol não é meu forte (sou ruim mesmo), ser goleiro é a melhor chance de não passar vergonha, mas o que mais me interessa na posição é o fato de que o goleiro da pelada não tem responsabilidade nenhuma de ser bom, pois geralmente quem ocupa essa posição é um jogador improvisado na maioria das vezes aquele que está sobrando da próxima equipe que irá atuar, outra vantagem é que, como ninguém espera muito de você mesmo, no caso de uma ou duas bolas irem no gol e você conseguir defender, já é motivo suficiente para que se receba elogios no final, e mais, como goleiro eu consigo jogar todas as partidas da pelada.A igreja está longe de ser como uma "peladinha" mas nela existem muitos com características de goleiro de pelada, não querem assumir o peso da responsabilidade mas querem estar presentes sempre e esperam que a qualquer momento possam fazer algo que lhes tragam os aplausos.
Exercer o serviço requer mais que vontade, requer acima de tudo a coragem de se assumir a responsabilidade de servir com excelência, claro que tudo parte do voluntariado e da disposição para a obra, mas devemos sempre buscar ser o melhor, seja fazendo o gol, deixando o companheiro em condições de marcar ou evitando que a bola do adversário chegue ao nosso gol.
Sendo assim busque servir, se disponha a servir e se prepare para o serviço.
Ótimo texto, Joéliton. Boa comparação entre o futebol e a Igreja. E assim nós vamos: Falando de Deus de todas as formas!! Um abraço a todos do nosso PG. Bom domingo a todos e até amanhã na celebração
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